Relatório arrasa estratégias de prevenção e de combate a incêndios florestais


Falhas na capacidade de resposta, combate ineficaz ao avanço das chamas, faltas de comunicação de emergência às populações em risco. Estes foram alguns dos principais reparos apontados no relatório da Comissão Técnica Independente (CTI) responsável por avaliar os incêndios de agosto do ano passado, entregue na Assembleia da República.

Numa análise que se alargou a todo o verão do ano passado, a CTI designou as "condições meteorológicas como um dos principais fatores explicativos da severidade da época de incêndios". No entanto, enquadrou que "a área ardida superou o que seria expectável face a essas condições". Tal demonstrou, concluiu o grupo de especialistas, "que a resposta operacional e as condições do território foram insuficientes para conter a expansão do fogo".


Data: 1-08-2026


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