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Serra da Lousã, Aldeias do xisto, Aldeia Serrana do Vaqueirinho, Blog de divulgação da aldeia de xisto do Vaqueirinho, Lousã, Coimbra, Portugal
Para o mês de agosto vamos ter:
12-08-2026
Eclipse solar
O Eclipse do Sol acontece no dia 12 de agosto.
A 12 de agosto, este fenómeno astronómico surpreendente será visível em todo o país, com percentagens de ocultação que variam entre regiões.
Enquanto os Açores e a Madeira terão uma ocultação do Sol entre os 74% e os 77%, o restante território continental será palco de um eclipse parcial profundo, com uma percentagem de ocultação do Sol entre os 92% e os 99%.
O Parque Natural de Montesinho, em Bragança, será o ponto privilegiado de observação, onde é possível assistir, durante 26 segundos, a um eclipse total, ou seja, 100% de ocultação. O Sol desaparece por completo, o dia transforma-se em noite e é revelada a coroa solar, impossível de observar em qualquer outro momento ou local.
Declaração de Existências de Suínos (DES) – Período obrigatório de declaração – Agosto 2026
Durante o mês de agosto, decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Suínos (DES).
Fontes/Links:
https://eclipse2026.pt/imprensa/comunicados-de-imprensa
https://www.trevim.pt/2026/05/28/palari-vai-a-eslovenia-em-agosto/
https://www.facebook.com/groups/124449764295825/permalink/37293003063680361/
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Data: 29-07-2026
Fontes/Links:
https://www.statista.com/chart/30726/cumulative-area-of-wildfires-in-mediterranean-basin/
https://cdn.statcdn.com/Infographic/images/normal/30726.jpeg
https://news.un.org/en/story/2026/07/1168054
https://spacepolicyonline.com/news/fires-near-madrid-force-evacuation-of-nasas-dsn-facility/
https://www.iawfonline.org/article/sixth-generation-fires-public/
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No dia 27-06-2026 o Governo da República anunciou que a ESTAMO já concluiu o processo de identificação de 60 mil imóveis do Estado, uma meta alcançada seis meses antes do prazo previsto.
De acordo com o anúncio, a próxima etapa passa agora por identificar os imóveis pertencentes aos institutos públicos, elevando o inventário para cerca de 80 mil imóveis até ao final de 2026.
Afirmam ainda os governantes que, esta iniciativa inédita (?) contribui para a valorização do património público, reforçando a promoção de políticas de habitação deste Governo.
Fontes/Links:
https://www.facebook.com/share/p/1CKy86Sucx/?mibextid=wwXIfr
Outros Links relacionados:
https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/p/a-casa-do-guarda-florestal-das-hortas.html
https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2024/04/o-estado-da-casa-do-guarda-florestal.html
https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/2025/01/o-fundo-revive-natureza.html
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Recuperação florestal após tempestade Kristin tem prazos apertados
Leia na íntegra a informação divulgada na edição do Jornal Trevim (ed.1591 de 9-07-2026).
Fontes/Links:
Edição n.º 1591 do Quinzenário Trevim, Pág 12.
Outros Links relacionados:
https://www.agroportal.pt/lousa-com-operacao-de-429-mil-euros-para-remocao-de-material-lenhoso/
https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/p/lousa-regeneracao-florestal.html
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O debate sobre a eficácia do modelo português de combate aos incêndios volta ao centro das atenções, numa altura em que o país se prepara para mais uma época de elevado risco florestal.
O semanário Sol publicou recentemente um artigo intitulado « Portugal deixa arder à vontade, o que é errado e perigoso»
Gary More, o perito internacional que mais estudou o caso português arrasa dispositivo de combate a fogos florestais.
Em Portugal, os bombeiros não têm um plano estratégico de controlo de incêndios. Correm a salvar edifícios à medida que o incêndio se aproxima, enquanto deixam o fogo florestal arder para onde quiser, o que é imprudente». A denúncia é de Gary Morgan, perito mundial que melhor conhece o caso português. Foi contratado pelo Governo de António Costa para auditar o nosso dispositivo.
OCDE recomenda mudanças urgentes.
«Os incêndios grandes, múltiplos e complexos continuam difíceis de conter», lamenta a OCDE, em relatório publicado há dois meses sobre o caso português. O nosso dispositivo tem um desempenho vexatório, quando analisado no plano internacional. A OCDE denuncia que «a coordenação e a tomada de decisão operacional continuam a ser dificultadas pela ausência de qualificações uniformes». Há muitos chefes no terreno, grande parte deles incompetentes. «A hierarquia tem sido priorizada em detrimento da especialização técnica, reduzindo, em última análise, a eficácia operacional», conclui o relatório.
Depois da carnificina de 2017, que matou 116 civis e 13 operacionais, o anterior Governo deu instruções à Proteção Civil para se concentrar na salvaguarda da vida humana. A floresta pode arder à vontade, desde que não atinja aldeias e casas isoladas. O património edificado também pode ser destruído, desde que não tenha gente lá dentro. As evacuações tornaram-se banais.
Os Governos de Luís Montenegro conformaram-se com o mesmo objetivo. Os resultados desta política são catastróficos. No ano passado, Portugal sofreu o maior e o terceiro maior incêndios florestais da história. No dia 13 de agosto, deflagrou um em Piódão, concelho de Arganil, que alastrou aos concelhos vizinhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital, ainda no distrito de Coimbra. Manteve-se ativo durante dez dias. Invadiu os municípios de Seia, distrito da Guarda, Covilhã, Fundão e Castelo Branco, no distrito de Castelo Branco. Arderam 645 quilómetros quadrados, uma área superior à dos concelhos de Lisboa, Amadora, Odivelas, Oeiras, Cascais e Sintra. No final desse mês, deflagrou em Trancoso um incêndio que consumiu 320 quilómetros quadrados, área semelhante à soma dos concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Valongo e São João da Madeira.
«Os incêndios grandes, múltiplos e complexos continuam difíceis de conter», lamenta a OCDE, em relatório publicado há dois meses sobre o caso português. O nosso dispositivo tem um desempenho vexatório, quando analisado no plano internacional. A OCDE denuncia que «a coordenação e a tomada de decisão operacional continuam a ser dificultadas pela ausência de qualificações uniformes». Há muitos chefes no terreno, grande parte deles incompetentes. «A hierarquia tem sido priorizada em detrimento da especialização técnica, reduzindo, em última análise, a eficácia operacional», conclui o relatório.
Como mostra a experiência da Austrália, a força de braços é mais importante do que os aviões e os autotanques para travar a progressão dos fogos rurais. «Usar apenas água para apagar um incêndio florestal é assumir um risco inaceitável de propagação do incêndio», ensina Gary Morgan. Na Austrália, a opinião pública associa o combate aos fogos a sapadores florestais, de machado e sachola na mão, a abrir clareiras no terreno. «A intensidade do fogo determina como a barreira de terra mineral é criada, seja por maquinaria ou ferramentas manuais», descreve o homem que comandou essas forças durante dez anos, no estado de Victoria.
Os bombeiros tradicionais merecem o reconhecimento da sociedade, mas precisam de ser qualificados. «Devido ao grande respeito do público pelos bombeiros, muitas pessoas pensam que qualquer bombeiro pode suprimir todos os incêndios. Isso é um mito», escreve o perito australiano. Portugal já dispõe de forças especializadas em criar barreiras aos incêndios, para os travar no sítio e no momento adequados, mas precisam de ser reforçadas.
O pior é que o comando das operações no terreno está entregue às personalidades erradas. «Portugal tem pessoas com competências para evitar que os incêndios florestais não atinjam níveis catastróficos», garante Gary Morgan. Mas também denuncia que, muitas vezes, «a pessoa que assume a responsabilidade como Controlador de Incidentes não é competente nem capaz de tomar decisões estratégicas, nem tem uma abordagem voltada para a supressão de incêndios».
É preciso pôr os mais qualificados no comando. E, no terreno, corpos especializados no uso de máquinas de rasto, ferramentas manuais e fogo tático. «Uma parte do dispositivo não pode estar preocupada com casas, nem com pessoas. Se ninguém lhe tirar o alimento, o fogo agradece, passa por aldeias e destrói tudo», lamenta Akli Benali, investigador do Centro Estudos Florestais, Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa.
Já em abril o semanário Expresso tinha publicado um artigo « Sucesso no combate aos fogos pequenos está na origem dos grandes incêndios em Portugal, diz a OCDE »
Aceda a mais informação nos links abaixo:
Data: 24-06-2026
Fontes/Links:
Outros Links relacionados:
https://youtu.be/clTeqIpGBeU?is=tfCtSWAZDnUMYzn7
https://www.facebook.com/share/p/1Ubtqk27H8/?mibextid=wwXIfr
https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/2024/10/incendios-florestais-em-portugal-que.html
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