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Árvores medicinais: o que nos oferecem como aliadas da saúde?


As aplicações terapêuticas de plantas fazem parte da história da saúde humana. Folhas, flores, frutos e até casca e raízes concentram diferentes compostos bioativos, alguns dos quais com interesse para o bem-estar humano. O fitoterapeuta Luís Pedro Salvador ajuda a descobrir três exemplos de árvores medicinais, cujos compostos, benefícios e limitações a ciência continua a estudar.


As árvores sustentam ecossistemas e fornecem-nos oxigénio, abrigo, sombra e alimento, ajudando também a regular a temperatura e a humidade. Além destes benefícios, muitas espécies são ainda fontes de compostos naturais bioativos que, ao longo da história, as tornaram reconhecidas como árvores medicinais.


Diferentes culturas usaram estas espécies para apoiar o seu bem-estar, aliviar sintomas ou complementar cuidados de saúde. Em alguns casos, esses usos tradicionais e utilizações contínuas são hoje reconhecidos pelas entidades reguladoras, como a Agência Europeia do Medicamento (EMA), que os valida como medicamentos à base de plantas ou medicamentos tradicionais à base de plantas.


Em paralelo, a ciência continua a aprofundar os perfis nutricionais e químicos das diferentes partes destas plantas e árvores medicinais, identificando biocompostos, mecanismos de ação, possíveis efeitos não desejados e interações com medicamentos. Em alguns casos, os resultados benéficos que lhes são atribuídos continuam a necessitar de estudos adicionais para compreender como atuam e determinar em que condições a utilização destes fitoquímicos é segura para o organismo humano.


3 árvores medicinais: loureiro, bétula e pilriteiro


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Data: 26-08-2026


Fontes /Links:

https://florestas.pt/descobrir/arvores-medicinais-o-que-nos-oferecem-como-aliadas-da-saude/

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