Serra da Lousã, Aldeias do xisto, Aldeia Serrana do Vaqueirinho, Blog de divulgação da aldeia de xisto do Vaqueirinho, Lousã, Coimbra, Portugal
2 de dezembro de 2022
1 de dezembro de 2022
29 de novembro de 2022
O antioxidante medronho
O medronheiro é uma das mais comuns espécies de flora autóctone no País e além do potencial para criar a famosa paisagem em mosaico, resistente ao fogo, o seu fruto é um superalimento que está despertar a atenção de muitos no mercado
Produz
frutos com sabor fresco e doce. O medronheiro ocorre naturalmente em 100% do
território nacional, e o seu fruto tem um alto potencial antioxidante, fazendo
com que o seu consumo seja benéfico para a saúde do ser humano.
Além
disso, tem um enorme impacto ambiental positivo na criação e preservação dos
solos, criação de biodiversidade e captura de água, porém é desprezado pelos
silvicultores e boa parte dos portugueses acredita no mito de que comê-los
provoca embriaguez.
O
autóctone medronho é muito comum no nosso País e, caso os planos dos, cada vez
mais numerosos, produtores sejam bem-sucedidos, poderá vir a ter um mercado tão
importante quanto o do açaí, um outro fruto e superalimento, que faz furor a
nível mundial entre os entusiastas das dietas equilibradas, da saúde e
bem-estar.
“O
medronho é um fruto que vai valorizar muito no futuro próximo. Daqui a 20 anos,
será consumido em todo o mundo, embora, provavelmente, com uma escala mais
pequena à do açaí”, acredita Rui Lopes, nutricionista, investigador do
CiTechCare do Instituto Politécnico de Leiria (IPL).
(…)
Por:
Leia o
artigo completo através do seguinte Link:
28 NOV 2022
Outros
Links sobre o medronho:
https://florestas.pt/descobrir/da-tradicao-do-medronho-as-novas-formas-de-o-saborear/
https://ncultura.pt/saude-medronho-previne-o-cancro-e-outros-beneficios/
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16 de novembro de 2022
Dia da Floresta Autóctone
O
Dia da Floresta Autóctone celebra-se a 23 de Novembro e foi criado para
assinalar a importância das espécies que integram o património florestal
natural.
Cerca
de 38% de Portugal continental é constituído por área florestal, representando
uma mais-valia efectiva na conservação da Natureza e da biodiversidade, na
produção de oxigénio, na fixação de gases com efeito de estufa (dióxido de
carbono), protecção do solo e manutenção do regime hídrico.
De
acordo com o 6º Inventário Florestal Nacional (IFN6), em Portugal, a alfarrobeira
(Ceratonia síliqua), o amieiro (Alnus glutinosa), o bidoeiro (Betula spp.), o
carvalho-negral (Quercus pyrenaica), o carvalho-português (Quercus faginea), o
carvalho-roble (Quercus robur), o castanheiro (Castanea sativa), a faia (Fagus
sylvatica), o medronheiro (Arbutus unedo), o pinheiro-silvestre (Pinus
sylvestris) e o salgueiro (Salix spp.) representam 72% da floresta.
O
pinheiro-bravo (Pinus pinaster), sobreiro (Quercus suber), azinheira (Quercus
rotundofila) e pinheiro-manso (Pinus pinea) representam 61% da área florestal
total em Portugal continental, ainda segundo dados do IFN6.
A
participação e colaboração de todos é fundamental para que a nossa floresta
autóctone esteja cada vez mais protegida. E todos poderemos contribuir para a
preservação e expansão das nossas espécies indígenas.
De destacar as iniciativas de diversas Autarquias Locais na distribuição gratuita aos seus Munícipes de Espécies Autóctones, para plantação.
Link:
Outras Fontes/Links:
https://www.agroportal.pt/dia-da-floresta-autoctone-23-de-novembro-coimbra-2/
https://www.arvoresearbustosdeportugal.com/
9 de novembro de 2022
5 de novembro de 2022
27 de outubro de 2022
AGASL - Apoios da CM Lousã
informa-nos a CM Lousã, via EDITAL (Edital n.º 41-2022 Publicidade Deliberações da CM Lousã de17-10-2022) dos apoios concedidos à AGASL destinados a fazer face a despesas de funcionamento e constituição:
https://cm-lousa.pt/wp-content/uploads/2022/10/Edital-41.pdf
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19 de outubro de 2022
11 de outubro de 2022
8 de outubro de 2022
Notícias da Vila...
dá-nos conta o JORNAL TREVIM
na sua edição Edição de hoje,
06 de outubro de 2022 | N.º 1493
da aprovação em Assembleia Geral do Município da Lousã, de 29-09-2022, da Proposta de Delimitação de duas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU), uma na aldeia do Vaqueirinho e outra na Silveira de Baixo, com 2.92 e 1,91 hectares.
Aproveitamos para divulgar o conteúdo do EDITAL N.º 12/2022, relativo à Publicidade das Deliberações da Assembleia Municipal de 29-09-2022
- Apreciação e votação da proposta de delimitação de uma Área de Reabilitação
Urbana para a aldeia do Vaqueirinho e de uma Área de Reabilitação Urbana para
a aldeia de Silveira de Baixo.
Aprovado por unanimidade e em minuta.
Reabilitação Urbana (ARU), uma na aldeia do Vaqueirinho e outra na Silveira de Baixo,
com 2.92 e 1,91 hectares.
Links:
https://cm-lousa.pt/?s=edital+12%2F2022
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5 de outubro de 2022
Implantação da República, 5 de outubro de 1910
Links:
https://ensina.rtp.pt/artigo/5-de-outubro-1910/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Implanta%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Portuguesa
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4 de outubro de 2022
XVI Rally Histórico com passagem pela Lousã
PASSAGEM TERÁ LUGAR NO DIA 5 DE OUTUBRO ENTRE AS 9 E AS 10H
publicado a 3 de outubro de 2022
No próximo dia 5 de outubro (quarta-feira) o XVI Rally Histórico irá passar na Lousã, entre as 9h00 e as 10h00.
Com entrada no Concelho da Lousã pela EN342 (vindo de Miranda do Corvo), a prova passará pela Rua General Humberto Delgado, Rua Dr. Alcino Simões Lopes, Rua Industrial Manuel Carvalho, Rua da Cruz de Ferro, Rua Dr. João de Neto Arnaut, percorrendo em seguida a Estrada das Hortas no sentido ascendente, passando pelas aldeias do Casal Novo, Talasnal, Vaqueirinho e Catarredor, seguindo depois em direção a Castanheira de Pera.
A passagem do XVI Rally Histórico irá condicionar a Estrada das Hortas e acesso às Aldeias, sendo que a mesma estará encerrada ao trânsito no referido dia (5 de outubro – quinta-feira) entre as 08h45 e as 10h30.
O evento consiste num rally de regularidade, realizado em estrada aberta, em que o horário de entrada do primeiro concorrente na Lousã será por volta das 09h00. A previsão de passagem do último concorrente será pelas 10h.
Link:
https://cm-lousa.pt/xvi-rally-historico-passagem-pela-lousa/
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3 de outubro de 2022
Artigo de Opinião
Por: Miguel
Viegas
Professor
e investigador na Universidade de Aveiro
A pressão
sobre a nossa floresta não é de agora. Assim que começaram a subsidiar a
energia renovável, as grandes multinacionais da energia começaram a reconverter
as suas centrais a carvão para biomassa. A Europa começou a importar do mundo
inteiro quantidades industriais do mundo inteiro, sendo hoje o maior consumidor
e importador mundial de pellets. Uma Europa "limpa", mas à custa de
países terceiros. Entre os maiores beneficiários deste banquete, encontramos as
grandes multinacionais da energia como a Orsted ou a Drax entre outras.
Em
Portugal, estima-se que a produção de pellets em 2021 tenha atingido as 815 mil
toneladas, 60% das quais foram exportadas para o Reino Unido, Países Baixos e
Dinamarca para serem queimadas em centrais de produção elétrica. Esta procura
desenfreada de biomassa agravou-se com as sanções à Rússia, um dos grandes
produtores e fornecedores de pellets para a Europa. A pressão na biomassa florestal,
que já era enorme, tornou-se insustentável, colocando em risco a floresta
(sobretudo a floresta de pinho) e todas as indústrias associadas incluindo as
centrais de biomassa. São várias as associações que têm denunciado a queima de
troncos de madeira apesar da legislação limitar a biomassa aos sobrantes da
floresta ou resíduos industriais.1 O Centro PINUS considera preocupante que o
setor energético tenha representado 27% do consumo de pinho, com graves
implicações para a sustentabilidade da Fileira e a competitividade do país,
obrigando à importação de madeira.
O governo português não pode ignorar esta situação por muito mais tempo, acreditando que as leis do mercado irão resolver o problema. Hoje, os milhares de famílias que investiram em sistemas de aquecimento a partir de biomassa são confrontados com uma subida de preço dos pellets de 300% (sim o triplo!). Empresas francesas estão neste momento a oferecer 1200 euros por tonelada de pellets. Ao nível da floresta, à falta de biomassa, arrancam-se árvores inteiras para satisfazer lucros imediatos da indústria exportadoras de pellets cuja capacidade de produção está ainda longe do seu limite.
Vivemos um período de exceção que
exige medidas excecionais. Ao governo português exige-se que intervenha nesta
situação, fiscalizando a indústria e limitando a saída de biomassa, protegendo
a fileira florestal, os consumidores e o nosso meio ambiente.
Links:
https://www.jn.pt/opiniao/convidados/a-biomassa-em-portugal-governo-deve-intervir-15212341.html
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