21 de maio de 2025

10 milhões de árvores



União para a Floresta pede 10 milhões de árvores na próxima legislatura



Mais ecologistas e amantes das árvores, pensar-se-ia, em primeira instância...

Mas atentem nas medidas propostas para a fileira da floresta pela UNAC (União da Floresta Mediterrânica) dirigidas aos decisores políticos...




UNAC interpela partidos políticos concorrentes às legislativas de 2025

Os partidos políticos concorrentes às próximas eleições legislativas, marcadas para o dia 18 de maio, receberam estes dias um conjunto de propostas para a fileira da floresta, que a UNAC pede que sejam consideradas na próxima legislatura 2025 – 2029.

O documento pode ser consultado na íntegra AQUI


Destacamos 12 medidas concretas que a UNAC considera urgentes:
 

Plantação/viabilização de 10 milhões de árvores de espécies autóctones;

– Proteção de 1 milhão de hectares de sistemas de produção agroflorestal em risco de despovoamento e desertificação promovendo o uso múltiplo e os sistemas agro-silvo-pastoris;

– Recuperação e defesa de 0,5 milhão de hectares de sistemas de uso múltiplo com duplo propósito de produção e proteção com clara assunção e proteção das áreas de conservação sem uso florestal;

Concretização e implementação dos Programas Nacionais do Sobreiro, do Pinheiro Bravo e do Eucalipto negociados com as respetivas fileiras em 2023;                                                                                                                                    –
– Racionalização da rede primária e secundária de defesa da floresta contra incêndios e da sua gestão pública;

Desbloqueamento da possibilidade de plantação de eucalipto;

– Fomento e reforço dos regadios privados;

– Reforço do apoio ao setor associativo florestal;

– Reforço do apoio ao sistema de investigação florestal;

Simplex burocrático agrário incluindo um programa de redução do risco de implementação e controlo dos apoios públicos;

– Programa nacional de promoção da segurança no espaço rural, combatendo os roubos de cortiça e da pinha, com prioridade alta;

– Criação do Laboratório Nacional do Sobreiro e da Cortiça, congregando entidades públicas e privadas que possam concentrar esforços no sentido de se perceber de uma vez por todas quais as causas e quais as medidas a tomar para contrariar o declínio dos montados.


Ou seja, os lobbies da cortiça do pinheiro e do eucalipto em ação...






Já na Europa são mais ambiciosos...

Plantar 3 mil milhões de árvores!


A União Europeia comprometeu-se a plantar mais 3 mil milhões de árvores até 2030. Esta ação faz parte da sua ambição de trazer a natureza de volta para a Europa e combater as alterações climáticas — e todos podem participar!

O número de árvores selecionado como meta a atingir assenta numa explicação lógica: estima-se que na União Europeia quase 300 milhões de árvores tenham crescido, por ano, entre 2010 e 2015. O objetivo é que o número de novas árvores duplique, para 600 milhões de árvores por ano. Para tal, nos cerca de 10 anos que vão desde o início desta iniciativa até 2030 terão de ser adicionalmente plantadas 3 mil milhões de árvores.



Enfim, pesquisámos por 10 milhões de árvores, n resultados;

pesquisámos por 100 milhões de árvores, n resultados;

pesquisámos por 200 milhões de árvores, n resultados;

pesquisámos por 300 milhões de árvores, n resultados (mas, desta feita, para árvores abatidas na Amazónia);

 


Haja ambição!






Fontes/Links:






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19 de maio de 2025

Kengo Kuma

 


O nosso anterior post, aqui no Blog, intitulado «Recuperar 3 aldeias abandonadas na Serra da Lousã» fez referência ao arquiteto japonês Kengo Kuma, que está a trabalhar num projeto de turismo da empresa Silveira Tech para recuperar três aldeias abandonadas na serra da Lousã e ali instalar empreendimentos turísticos.

A referência a este projeto é sinalizada também no Jornal Expresso, no artigo do jornalista  Valdemar Cruz, datado de 13 de maio: 


O arquiteto japonês Kengo Kuma, responsável pela intervenção no edifício do Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbnenkian, está a trabalhar num projeto de recuperação de três aldeias abandonadas na serra da Lousã, onde pretende criar um novo estilo de vida num ambiente tradicional 



O mítico regresso à natureza, em busca de uma idílica comunhão com o viver natural (...)

Esse desejo intemporal está em vias de começar a concretizar-se em Silveira de Baixo, Silveira de Cima e Pé da Lomba, três aldeias abandonadas da serra da Lousã. 


O arquiteto japonês Kengo Kuma, já responsável em Portugal pela intervenção no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (...) está a desenvolver a intervenção na Silveira de Baixo, uma aldeia abandonada há seis décadas, basicamente uma ruína, encaixada num vale da serra. 

A convite da “Silveira Tech”, cujos responsáveis estão associados ao renascer de Cerdeira, uma aldeia de xisto na mesma zona, hoje com alojamentos turísticos e uma escola de artes e ofícios, Kengo Kuma, como disse ao Expresso, está a incrementar um projeto cuja base passará por “tentar criar ali um novo estilo de vida num ambiente tradicional”.

Assim, prossegue o arquiteto japonês, “a nossa intervenção assenta em recuperar as aldeias, usando os mesmos materiais, a mesma escala e não interferir na harmonia do ambiente. Os edifícios manterão o seu espeto tradicional, mas pretendemos acrescentar-lhes novas funções”.

Kengo defende a existência de um grande potencial “para um novo estilo de vida” nas áreas onde vai atuar. “Se conseguirmos conectar todas estas áreas com internet e novas tecnologias, conseguimos dar nova vida estes locais”, onde acrescenta, “é muito importante manter a beleza da paisagem e evitar construir grandes edifícios, que podem destruir a beleza destes lugares”.

(...)

Há um problema, reconhecido por todos, dos promotores ao arquiteto: os incêndios. Há um histórico bem negro de grandes fogos florestais na serra da Lousã, uma área muito vulnerável àquele tipo de calamidades. Como se percebeu com as grandes deflagrações das décadas de 1980 e 1990, ou até com os trágicos acontecimentos de Pedrógão Grande, no verão de 2017, são diversos os fatores a contribuírem para esse desassossego. Passam desde logo pelo abandono rural, com acumulação de matéria combustível, agravam-se com uma vegetação densa e muito inflamável (eucaliptos e pinheiros), terrenos acidentados e verões cada vez mais quentes e secos.

(...)


José Serra, autor da ideia em desenvolvimento na serra da Lousã, com grande experiência nas áreas tecnológicas e cofundador da “Silveira Tech”, um projeto cuja finalidade é regenerar 97 hectares de terreno no coração da Serra da Lousã (230 hectares a mais longo prazo), e recuperar as três aldeias históricas abandonadas desde o início dos anos 1970, assume serem os incêndios o maior risco. Estão em curso planos de regeneração “de modo a tornar a floresta mais resiliente ao fogo”. Para isso, diz, trabalham em processos de retenção da água numa serra da Lousã muito chuvosa. Vai ser criada uma represa de mil metros cúbicos. Na perspetiva de José Serra “isso permitirá criar mais verdura, o que será acompanhado de recuperação dos solos, fertilização dos terrenos, e utilização de árvores como o cipreste, que não arde com facilidade”.

Uma questão sempre colocada é a de saber quem serão os potenciais utilizadores destas aldeias. Segundo José Serra, empreendedores, nómadas digitais, cientistas e investigadores poderão interessar-se por estadias longas junto do centro de inovação e criatividade. 

A Silveira de Baixo comportará um empreendimento turístico desenhado por Kengo Kuma. O aldeamento, diz o promotor, será equipado com 25 unidades de alojamento e um hotel rural de três estrelas com 24 quartos.

ASilveira de Cima terá um empreendimento de turismo de aldeia com cinco casas de campo e um conjunto de infraestruturas direcionadas para quem tenha interesse em aprofundar a aprendizagem experimental de regeneração da natureza. Ali os hóspedes poderão aprender técnicas de agroflorestal e permacultura, cuidar dos viveiros de árvores, estufas e hortas, bem como envolverem-se em projetos de investigação e desenvolvimento.

 A aldeia de Pé da Lomba transformar-se-á num Centro de Desenvolvimento Pessoal com duas casas de campo.


Aqui deixámos nota da informação mais relevante da peça jornalística em apreço, mas não deixe de aceder ao seu texto integral aqui.



Fontes/Links:

https://expresso.pt/cultura/2025-05-13-depois-do-cam-kengo-kuma-recupera-aldeias-na-lousa-pode-ser-um-novo-espaco-de-trabalho-para-jovens-que-queiram-viver-na-natureza-d5398952

https://expresso.pt/boa-cama-boa-mesa/2025-05-25-recantos-imperdiveis-para-explorar-na-serra-da-lousa-799a7c62

Outros Links:

https://www.silveiratech.pt/post/designing-the-future-with-kengo-kuma

https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/p/projecto-de-turismo-sustentavel-na-zona.html

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18 de maio de 2025

Recuperar 3 aldeias abandonadas na Serra da Lousã


No passado dia 15 de maio foi divulgada no Facebook informação sobre o arquiteto japonês que está a trabalhar num projeto de turismo da empresa Silveira Tech para recuperar três aldeias abandonadas na serra da Lousã e ali instalar empreendimentos turísticos.


O post da Arkitetarte, refere:

Arquiteto japonês Kengo Kuma assina projeto de turismo em aldeias abandonadas na Lousã

Arquiteto está a trabalhar num projeto de recuperação de três aldeias abandonadas na serra da Lousã. Projeto da empresa Silveira Tech contempla aldeamentos turísticos e casas de campo.

Depois da intervenção no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, da requalificação e conversão do antigo Matadouro do Porto, e da conceção do Pavilhão de Portugal na ExpoOsaka2025, Kengo Kuma assina mais um grande projeto em Portugal. O arquiteto japonês está a trabalhar num projeto de turismo da empresa Silveira Tech para recuperar três aldeias abandonadas na serra da Lousã e ali instalar empreendimentos turísticos.


Pesquisando um pouco mais encontramos no YouTube entrevista com arquiteto em apreço e com José Serra (Co-Founder) onde se desenvolvem mais considerações sobre o projeto.




  


Fontes/Links:

https://www.youtube.com/watch?v=PnqS-Zlcqzw

https://www.facebook.com/arkitetarte

https://www.facebook.com/groups/162955803897661/permalink/2747625752097307/

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13 de maio de 2025

Rally de Portugal 2025





Percurso e Novidades da Edição 2025


A competição tem início em Coimbra, com a tradicional cerimónia de partida no dia 15 de maio, seguida pela superespecial urbana na Figueira da Foz, que marca o início competitivo da prova.


No dia 16 de maio, os pilotos enfrentam os troços de Lousã, Góis, Arganil e Mortágua, na Região de Coimbra. De seguida, rumam à Região de Aveiro, onde os novos troços de Águeda/Sever do Vouga e Sever do Vouga/Albergaria-a-Velha prometem aumentar o espetáculo e a emoção da prova.


A competição prossegue no Minho no dia 17 de maio, com etapas em Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante, terminando em Lousada. O derradeiro dia, 18 de maio, levará os pilotos pelos troços de Paredes, Felgueiras e Fafe, onde será decidida a prova.




Fontes/Links:

https://turismodocentro.pt/artigo/wrc-vodafone-rally-de-portugal-2025/

https://rallydeportugal.pt/

https://cm-lousa.pt/wp-content/uploads/2025/04/Aviso_19_2025.pdf

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4 de maio de 2025

bandeira azul 2025


Mais de 400 praias portuguesas têm bandeira azul este ano 


Mais de 400 praias portuguesas têm este ano bandeira azul, mais seis do que no ano passado, com destaque para a entrada das praias de Sintra no galardão, anunciou hoje a Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAAE).

A distinção de boa qualidade foi atribuída a 404 praias – das quais 354 são costeiras e 50 são praias interiores -, 18 marinas e 22 embarcações ecoturísticas, num total de 444 galardões atribuídos a Portugal pelo júri internacional em 2025.

Segundo o presidente da ABAAE, José Archer, todos os municípios costeiros portugueses têm este ano praias galardoadas.

As praias de Sintra, que há dez anos não concorriam ao programa, também foram distinguidas, permitindo ter “a costa toda preenchida com bandeira azul, de norte a sul e nas regiões autónomas”, destacou José Archer.

Pela primeira vez, os municípios de Cuba e de Alcanena candidataram as suas praias, que foram galardoadas.

As 404 praias estão distribuídas por 105 promotores.


O Norte, com menos cinco na contagem global, e o Algarve, com menos uma, foram as regiões que perderam praias com bandeira azul no total deste ano em relação ao ano passado.

No total, o Norte tem 75 praias costeiras galardoadas (no ano passado teve 79) e nove interiores (menos uma do que em 2024).

Deixaram de ter bandeira azul no Norte as praias de Árvore (Vila do Conde), da Frente Azul, Seca e Silvalde (todas em Espinho), Vila Praia de Ancora (Caminha) e a praia fluvial de Merelim São Paio (Braga). Em contrapartida entrou na lista uma praia nova, a de Cavadinho (fluvial), em Braga.

O Algarve tem 85 praias costeiras distinguidas, tendo perdido, em relação ao ano passado, a bandeira azul da praia da Batata (Lagos).


No Centro está galardoado um total de 33 praias costeiras (mais uma do que em 2024) e 16 praias interiores.

São novas na lista do Centro as praias fluviais de Ançã, Olhos de Fervença e Sete Fontes (Cantanhede) e Cornicovo (Penacova) e as praias costeiras Barra do Sul (Aveiro) e Costa Nova Sul (Ílhavo).

Deixaram de ter bandeira azul, no Centro, São Pedro da Maceda (Ovar) e as praias fluviais de Côja (Arganil), Louçainha (Penela), Mâmoa (Santa Maria da Feira) e Bogueira (Lousã).

(...)

Portugal ocupa a sexta posição entre os 51 países que desenvolvem o Programa Bandeira Azul, tendo em conta os locais galardoados.


O anúncio da Associação Bandeira Azul foi feito hoje no Aquário Vasco da Gama, em Dafundo, Oeiras, distrito de Lisboa.


Data: 30-04-2025



Fontes/Links:

https://greensavers.sapo.pt/mais-de-400-praias-portuguesas-tem-bandeira-azul-este-ano/

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3 de maio de 2025

o CARTAZ de Maio

 

no Cartaz de maio temos:


9 de maio


16 de maio | Dia das Espécies Ameaçadas de Extinção

Um dia de sensibilização e proteção das espécies em risco de extinção.

16 de maio | Rally de Portugal 2025

troços de Lousã, Góis, Arganil e Mortágua,





17 de Maio


18 de Maio

até ao final do mês






20 de maio | Dia Mundial das Abelhas

Celebre os polinizadores que mantêm os ecossistemas prósperos, assegurando o desenvolvimento de flores e frutos



22 de maio | Dia Mundial da Biodiversidade

Um lembrete global para valorizar e restaurar a biodiversidade de que todos dependemos.



31 de Maio



29 de abril de 2025

PALESTRAS às INVASORAS ... ou INVASORAS às PALETES?


Sessão de palestras “Invasão da Serra da Lousã por acácias: área invadida, efeitos nos ribeiros e controlo”, a decorrer no dia 9 de maio, às 15h, na Biblioteca Municipal Comendador Montenegro, Lousã. 




Iniciativa da Junta de Freguesia de Lousã e Vilarinho



Fontes/Links:

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23 de abril de 2025

abelhas em abril

 





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20 de abril de 2025

Feliz Páscoa 2025

 


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17 de abril de 2025

Prazo para limpeza de terrenos rústicos alargado até 31 de maio


O Governo decidiu alargar até 31 de maio de 2025 o prazo para limpeza de terrenos rústicos. O apelo já tinha sido feito por várias associações, nomeadamente por causa das condições meteorológicas adversas das últimas semanas.


De acordo com o novo despacho, que revoga o Despacho n.º 4792-A/2024, de 30 de abril, a decisão tem como fundamento a precipitação persistente e os elevados níveis de humidade no solo, que têm dificultado as intervenções no terreno, justifica o Executivo. 


A estas condições juntam-se os efeitos das tempestades recentes que afetaram várias regiões do país, provocando a queda de árvores e a consequente acumulação de material lenhoso, o que agrava o risco de incêndio rural.


Com esta prorrogação, o Executivo pretende assegurar a eficácia das ações de prevenção, bem como reforçar a proteção de pessoas, bens e ecossistemas, numa altura em que se intensifica a preparação para a época de fogos florestais.



Fontes/Links:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/limpeza-dos-terrenos-rusticos-alargado-ate-31-de-maio_a1648395

https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2025/04/17/69284-limpeza-de-terrenos-governo-alarga-prazo-ate-31-de-maio

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14 de abril de 2025

É tempo de limpeza de terrenos ...




Até ao final do mês, a GNR tem em Curso a Operação Floresta Segura, sinalizando os terrenos que não respeitam a lei da limpeza da floresta. 


Os militares da GNR andam no terreno a sinalizar os terrenos que não estão limpos e, a partir de maio, os respetivos proprietários serão multados. 


O perigo em caso de incêndio reduz significativamente quanto mais longe estiver a floresta das aldeias. Em alguns casos, a sensibilização já deu frutos. Depois da abordagem dos militares da GNR, alguns proprietários decidiram agir. 


Mas limpar os terrenos implica gestão dos sobrantes. Ou seja, o que fazer depois de cortar o mato. A solução passa quase sempre pelas queimas e queimadas, muitas delas acabam em incêndios florestais.  


Só em Viseu, este ano, já se registaram mais de 30 incêndios, sendo que 70% tiveram com origem nas queimas. 



Data: 10-04-2025


Fontes/Links:

https://www.gnr.pt/Cons_NA_Defesa_Floresta_Contra_incencios.aspx

https://sicnoticias.pt/pais/2025-04-10-video-gnr-fiscaliza-limpeza-de-terrenos-ate-ao-final-do-mes-a-partir-de-maio-arrancam-as-multas-a591a376

https://www.sgifr.gov.pt/operacao-floresta-segura

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7 de abril de 2025

Declaração de Existências de Suínos (DES) – Período obrigatório de declaração – Abril 2025

e o porquinho também não escapa...


Durante o mês de abril, decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Suínos (DES).

A declaração das existências de suínos poderá ser efetuada diretamente pelo operador na Área Reservada do portal do IFAP, ou em qualquer departamento dos Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais ou ainda nas organizações de agricultores protocoladas com o IFAP, através do Mod.800/DGV desmaterializado.

Para o efeito deverão ser seguidas as instruções constantes no portal da DGAV.



Fontes/Links:

https://www.dgav.pt/destaques/noticias/declaracao-de-existencias-de-suinos-des-periodo-obrigatorio-de-declaracao-abril-2025/

Outros Links:

https://vaqueirinhoampv.blogspot.com/2025/02/nem-as-galinhas-escapam.html

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26 de março de 2025

Floresta 2050 FUTURO+VERDE Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050




Resolução do Conselho de Ministros n.º 130-B/2024


96 páginas para digerir...



Os comentários desde já disponíveis referem o seguinte:


O Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050 é positivo desde que não passe de apenas mais “um caderno de intenções”, afirmou hoje um dirigente da federação de associações de proprietários florestais, preconizando “um pacto” entre os vários governos.


“Desde que não passe de mais um caderno de intenções, o que está aprovado é muita coisa, é [um] benefício para a área florestal, para os produtores florestais nesse caso”, disse Luís Damas, presidente da direção da Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF).


O dirigente federativo, que falava à Lusa após a apresentação, na sexta-feira, do Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050, esperava, no entanto, que o documento abordasse mais as Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), um processo em que as associações florestais “gastaram muita energia, muitos meios, muito tempo e estão implantadas no território”.


“Pensávamos que iam ter mais algum apoio”, explicou Luís Damas, tal como esperavam que as Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), “que já estão no terreno, também tivessem a mesma mais-valia de agrupar os produtores florestais”, conseguindo “fazer alguma coisa no âmbito do território e na paisagem, não só no proprietário em si, na parcela, mas sim na área de influência das ZIF”.


Segundo uma síntese do plano, o objetivo é “uma floresta resiliente, gerida ativamente e sustentável do ponto de vista económico, ambiental e social”.


Tendo como pilares a valorização, resiliência, propriedade e governança, o documento decorre de uma resolução do Conselho de Ministros publicada em 27 de setembro que mandatou o ministro da Agricultura e Pescas para apresentar, no prazo de 90 dias, em articulação com outras áreas governativas, uma estratégia “de intervenção visando criar e potenciar o valor da floresta, aumentando a produtividade e o rendimento dos produtores florestais”.


No documento, prevê-se entre várias medidas, a curto prazo, a “avaliação da eficácia e eficiência do modelo Zona de Intervenção Florestal” e, a médio prazo, a “avaliação do potencial de adaptação das ZIF a outros instrumentos mais robustos de gestão do território e de gestão agrupada”.


Também a curto prazo, aponta-se para “capacitar e habilitar técnicos das entidades de gestão florestal”, de entidades gestoras das ZIF e “das organizações de produtores florestais para promoção de operações de representação gráfica georreferenciada de prédios”.


“O programa dos sapadores é ambicioso e é uma das grandes ferramentas que nós, as associações florestais, achamos que é um dos melhores programas do setor ao longo de todos os anos e tem que ser reforçado”, defendeu Luís Damas, recordando, no entanto, que “em Tondela foi apresentado um aumento e um pagamento” com “retroativos, mas ainda não receberam “nada, nem o adiantamento nem a última prestação do ano que passou”.


O dirigente da FNAPF admitiu que os “perto de 247 ou 248 milhões por ano” estimados no plano seria “uma revolução” no setor, mas lembrou que já se viram “grandes programas destes serem apresentados nos últimos 10, 15 anos e depois” pouco avançou.


“Devia haver um pacto entre os grandes partidos, do Governo”, advogou, notando que o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, referiu que muito trabalho “vinha já do outro governo” anterior, como o relacionado com o cadastro dos prédios rústicos.


Entre as principais medidas defendidas pela FNAPF está a questão da titularidade, como os prédios indivisos, que tem que a ver com os ministérios das Finanças e da Justiça, pois em “muitos dos prédios rústicos não se consegue lá fazer nada, porque há uma indecisão até da titularidade, do dono”.


Para Luís Damas, “depois de 2017, pelo que aconteceu” no interior, nomeadamente em Pedrógão Grande, “os políticos têm que olhar para o setor da floresta, não só como um bem” que dá produtos como a madeira, mas também para o “contributo para a retenção do carbono”, no sentido de atingir as metas ambientais a que Portugal se comprometeu.


“A floresta é um grande componente de absorver o que a sociedade emite de carbono”, frisou o dirigente federativo advogando que as compensações pelos serviços prestados à comunidade, como a defesa da qualidade da água das barragens, como Castelo do Bode, o oxigénio, o lazer ou o turismo no interior, ainda não chegaram ao proprietário.


“Às vezes pensa-se que isto foi muito dinheiro para a floresta, se calhar os bens que nós produzimos não têm comparação com o dinheiro que agora se quer investir”, vincou.


O plano, elaborado no âmbito de meia centena de reuniões com especialistas e entidades públicas e privadas representativas do setor, aponta para 61 ações de curto prazo, em 2025, e 88 iniciativas de médio prazo, entre 2028 e 2050.


De acordo com o gabinete do ministro da Agricultura, estima-se “um investimento público de 6,4 mil milhões de euros entre 2025 e 2050, com maior esforço na fase inicial entre 2026 e 2030 (cerca de 350-400 milhões por ano)”, maioritariamente do Fundo Ambiental, do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ou outras fontes europeias.


Data: 26-03-2025



Fontes/Links:

https://www.portugal.gov.pt/download-ficheiros/ficheiro.aspx?v=%3d%3dBQAAAB%2bLCAAAAAAABAAzNDExMwcA63DpNwUAAAA%3d

https://www.portugal.gov.pt/pt/gc24/comunicacao/noticia?i=plano-floresta-2050-um-compromisso-para-um-futuro-mais-verde

https://www.publico.pt/2025/03/21/azul/noticia/plano-intervencao-floresta-ignora-400-mil-hectares-eucaliptos-abandonados-improdutivos-2126953

https://www.agroportal.pt/proprietarios-plano-floresta/

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23 de março de 2025

A força da Primavera: Tempestade Martinho deixa-nos um rasto de destruição


A Primavera em força!

Tempestade Martinho, deixou um rasto de destruição...

ainda estamos a fazer uma avaliação mas a área mais atingida foi porventura a do Pinhal ao cimo da aldeia.

as imagens dão conta de árvores caídas parte da infraestrutura viária afetada e a sinalética derrubada.
















e no caminho para a Eira também há estragos... 




Fontes/Links:

Reportagem fotográfica de Pedro Martins

https://pt.euronews.com/my-europe/2025/03/20/tempestade-martinho-faz-estragos-em-todo-o-pais

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/depressao-martinho-deixa-estragos-por-todo-o-pais-veja-as-fotos

https://vaqueirinho1999.blogspot.com/2025/03/tempestade-martinho.html

https://cm-lousa.pt/aviso-a-populacao-18-03-2025/

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